Sistema Respiratorio

Publicado  quinta-feira, 5 de abril de 2018


O Sistema Respiratório é responsável pela alimentação das células do nosso corpo com oxigênio, retirado do ar atmosférico através da inspiração, e pela eliminação do gás carbônico, resultante do processo de obtenção de energia pelas células através da expiração. Para entender melhor como o sistema respiratório funciona, acompanhe o ar em sua viagem até as células:

1. O ar é inspirado, entrando pelas narinas e passando para a cavidade nasal.
2. Na cavidade nasal, o ar é aquecido e filtrado por uma malha de pêlos finíssimos e pelo muco. É na cavidade nasal que estão os nervos responsáveis pelo olfato.





3. O ar agora segue seu caminho para a faringe, onde a epiglote (uma válvula que impede que o alimento entre na laringe) guia o ar para a laringe (onde ficam as cordas vocais, que permitem emitir sons).





4. A laringe dá acesso à traqueia, que é um tubo composto por anéis de cartilagem (que impedem que ela feche) e que é o caminho de acesso aos brônquios e pulmões. A traqueia é revestida de cílios especiais que carregam muco até a faringe, de onde podem ser expelidos ou reabsorvidos pelo sistema digestivo.

 




5. O ar chega então aos brônquios, que se dividem em dois pulmões. Para que a absorção do oxigênio se torne mais fácil os brônquios são novamente divididos em vários ramos menores (como um tronco de uma árvore em galhos), que passam a se chamar de bronquíolos.





6. O ar passa pelos bronquíolos até chegar aos alvéolos. Nos alvéolos, que são irrigados por inúmeros vasos sanguíneos capilares, o oxigênio contido no ar é liberado e absorvido pelo sangue.

7. O gás carbônico trazido pelo sangue passa para o alvéolo e é liberado na expiração, fazendo o caminho contrário.






Inspiração e Expiração

Para que o ar entre nos pulmões, é necessária a ação dos músculos intercostais e do diafragma, que é um músculo localizado sob os pulmões. No processo de inspiração, o diafragma se contrai, adquirindo uma forma achatada; os músculos intercostais também sofrem contração, forçando a caixa torácica a se abrir. Esse movimento aumenta o volume do tórax, permitindo que o pulmão se expanda. Com o aumento de volume dos pulmões vazios, a pressão dentro deles passa a ser menor do que a pressão atmosférica, fazendo com que o ar entre e ocorra a troca gasosa. Em seguida, o diafragma e os músculos intercostais relaxam, pressionando os pulmões e expulsando o ar - agora rico em gás carbônico.




Troca Gasosa
É nos alvéolos que ocorre a troca gasosa (hematose). As hemácias que carregam o oxigênio e o gás carbônico possuem uma substância chamada de hemoglobina. Esta hemoglobina é responsável por se prender ao oxigênio e ao gás carbônico.

Nariz
Além de ser um órgão sensorial, na respiração, tem a função de filtrar e aquecer o ar inspirado (ele é elevado a uma temperatura apenas um grau inferior à temperatura do corpo humano). Além disso, apresenta pêlos que filtram o ar, impedindo a entrada de substâncias estranhas.

Faringe
Integrante tanto dos sistemas digestivo quanto respiratório, a faringe tem a função de levar os alimentos até o esôfago e o ar até a laringe. A seleção de qual canal será usada em cada situação (esôfago ou laringe) é feita por uma válvula chamada epiglote, que fecha a entrada da laringe.

Laringe
A laringe é um pequeno canal (cerca de 5 centímetros) que liga a faringe à traqueia. Além de permitir a passagem do ar, ela abriga as cordas focais, sendo, portanto, o órgão da fonação. Ao passar pelas cordas vocais, o ar as faz vibrar e, conseqüentemente, emitir sons. Quando mais tensas estiverem as cordas vocais neste momento, mais agudo será som.

Traqueia
Posicionada logo abaixo da laringe, a traqueia é um tubo longo (nos homens tem cerca de 22 centímetros e nas mulheres, 18 centímetros) que tem como principal função permitir a passagem do ar até os brônquios.
Ela é formada por cerca de 20 anéis cartilaginosos e, internamente, é revestida por uma mucosa composta por células ciliadas. Estes cílios evitam a entrada de corpos estranhos nos pulmões, fazendo com que eles sejam expelidos através da tosse.

Brônquios
Ao chegar à altura do tórax, a traqueia se divide em dois brônquios, que vão até os pulmões. O brônquio direito é maior que o esquerdo, já que o pulmão direito é mais volumoso que o esquerdo, e se divide em três brônquios secundários. O brônquio esquerdo, por sua vez, se divide em apenas dois brônquios secundários.
Estes brônquios secundários se dividem em outros brônquios de menor calibre e assim sucessivamente, até chegarem a dimensões microscópicas, quando passam a ser chamados de bronquíolos. Os bronquíolos continuam se dividindo, até dar origem aos bronquíolos terminais e respiratórios, que se ligam aos condutos alveolares e estes aos sacos alveolares, onde ocorre a troca de gases na respiração.

Pulmões
Compostos por uma estrutura esponjosa, os pulmões são os órgãos responsáveis pela troca gasosa no corpo humano. Eles são formados por lóbulos dentro dos quais estão os alvéolos, que fazem a troca de gases na respiração.







Questões sobre o Sistema Respiratório

1.            Qual é o papel do sangue no sistema respiratório?
2.            Qual é a função da epiglote?
3.            Para que o ar entre nos pulmões é necessário a ação de alguns músculos para expandir a caixa torácica. Quando esses músculos relaxam, o tórax volta ao tamanho normal expulsando o ar. Cite quais são esses músculos e como eles auxiliam no processo de inspiração e expiração.
4.            Desenhe o processo que o ar atmosférico percorre até chegar aos sacos alveolares para a troca gasosa.


Ano Letivo 2018

Publicado  quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018



Sedentarismo

Publicado  domingo, 22 de outubro de 2017




Uma atividade profissional sedentária pode conduzir a problemas de saúde como doenças respiratórias, hipertensão arterial, diabetes e obesidade. Praticar exercícios físicos previne e combate patologias associadas.
     O estilo de vida atual é o sedentarismo, tendo em vista que as pessoas se locomovem de ônibus ou automóvel, pegam o elevador, passam longas horas de trabalho sentadas, pegam novamente o veículo até a suas residências e quando estão em casa sentam novamente no computador ou no sofá para ver televisão, movimentando somente o “polegar para acionar o controle remoto” e sempre vivendo de promessas que os hábitos diários serão mudados na próxima semana. Mude seus hábitos: Estacione longe de seu serviço, ande de bicicleta ou a pé, opte pelas escadas e não pelo elevador, pratique ginástica laboral, caminhe até o bebedouro mais afastado e no banheiro mais longe. As pessoas devem ter consciência de que a atividade física deve ser introduzida na rotina de forma gradativa, afim de prevenir possíveis lesões que possam acontecer no período de adaptação. Recomenda-se que as atividades sejam assistidas por um profissional da saúde, para que os movimentos sejam reeducados e executados de forma correta, sem que haja risco de lesionar alguma estrutura corporal. 
     Dentre os benefícios que a prática de atividade física pode proporcionar, podemos citar alguns deles para que sejam melhores visualizados, como por exemplo:
            Melhora na funcionalidade do organismo e todos os seus sistemas;
            Diminuição dos níveis de colesterol, triglicerídeos, glicose...
            Melhora na condição das funções cardíacas e respiratórias;
            Melhora a melhora articular e força muscular;
            Auxiliar na redução e manutenção da gordura corporal e massa muscular;
            Auxiliar na prevenção de diversas patologias incapacitantes;
            Melhorar na sensação de bem-estar e relaxamento
            Proporcionar alívio das tensões musculares decorrentes dos esforços repetitivos.

                                              PRATIQUE   ATIVIDADE   FÍSICA      

Drogas

Publicado  sábado, 21 de outubro de 2017



Drogas:

As drogas são definidas como toda substância, natural ou não, que modifica as funções normais de um organismo, Também são chamados de entorpecentes ou narcóticos. A maioria das drogas são produzidas a partir de plantas ( drogas naturais), como por exemplo a maconha, que é feita com Cannabis sativa, e o Òpio, proveniente da flor da Papoula. Outras são produzidas em laboratórios (drogas sintéticas(, como o Êxtase e o LSD. A maioria causa dependência química ou psicológica, e podem levar a morte em caso de overdose. Existem exames médicos que conseguem detectar a presença de varias drogas no organismo - são chamados de Exames toxicológicos.
As pessoas que tentam abandonar as drogas podem sofrer com a síndrome de Abstinência, que são reações do organismo à falta da droga. O tráfico de drogas é chamado de narcotráfico. algumas dessas substâncias são utilizadas em medicamentos (drogas lícitas), outras são proibidas em quase o mundo todo ( drogas ( ilícitas). 

Abaixo os principais tipos de drogas:

Drogas naturais
Maconha: uma das drogas mais populares, a maconha é consumida por meio de um enrolado de papel contendo a substância. É feita a partir da planta Cannabis Sativa. existe a variação chamada Skunk, com u teor de THC bastante elevado, bem como o Haxixe.

Ópio: droga altamente viciante, o Ópio é feito a partir da planta da flor da Papoula. Os principais efeitos são sonolência, vômitos e náuseas, além da perda de inteligência (como a maioria das drogas). Opiáceos, codeína, heroína, morfina, etc.

Psiocibina: é uma substância encontrada em fungos e cogumelos, a psilocibina tem como principal efeito as alucinações. Também é utilizada em pesquisas sobre a enxaqueca.

Cogumelos Alucinógenos: alguns cogumelos, como o Amanita muscaria podem causar alucinações.

Cafeina: é o estimulante mais consumido no mundo - está no café, no refrigerante e no chocolate. 



Drogas Sintéticas
Anfetaminas - seu principal efeito é o estimulante. É muito utilizada no Brasil por caminhoneiros, com o objetivo de afastar o sono e poder dirigir por longos períodos. 

Barbitúricos: Um poderoso sedativo e tranquilizante, causa grande dependência química nos seus usuários. 

LSD - outro poderoso alucinógeno que causa dependência psicológica.

Êxtase - droga altamente alucinógena, causa forte ansiedade, náuseas, etc. 

Metanfetamina - era utilizada em terapias em muitos países, mas foi banida pelo uso abusivo e consequências devastadores da droga.


Drogas Semissinteticas
Heroína - a heroína é uma das drogas mais devastadoras , altamente viciante, causa rápido envelhecimento do usuário e forte depressão quando o efeito acaba. 

Morfina: é uma droga utilizada principalmente para o alivio de dores em todo o mundo. Também causa dependência química nos seus usuários. 

Cocaína e Crack: a cocaína é o pó produzido a partir da folha de coca, e o crack é a versão petrificada dessa droga. Altamente viciante, deteriora rapidamente o organismo de drogado, causando também perda de inteligência, alucinações, ansiedade, etc.

Merla: droga produzida a partir da pasta de coca.

Outras drogas: inalantes, solventes, bebidas alcoólicas, cigarro.

Bebidas alcoólicas
Boa noite Cinderela
Cola de Sapateiro
Inalantes
Lança Perfume
Cigarro e os Males do Cigarro
Charuto
Narguilé 

Medicamentos: Várias drogas são utilizadas em medicamentos, para o tratamento de diversos problemas de saúde e doenças.

Tranquilizantes: remédios de venda controlada, para controle da tensão, insônia e ansiedade.




O Cigarro

Publicado  sexta-feira, 20 de outubro de 2017

O cigarro pode causar diversas  doenças tanto em fumantes ativos quanto passivos. O câncer no pulmão é, sem duvida, uma das maiores ocorrências. também pode haver casos de câncer na boca, na faringe, na laringe, no esófago, no pâncreas, na bexiga, no rim e no colo de útero, na mama, na próstata, por exemplo. 
O cigarro também é responsável por muitas doenças coronarianas, como a angina, doenças cerebrovasculares, como o derrame cerebral e doenças pulmonares obstrutivas, como enfisema e bronquite. úlceras no no tato digestivo, aneurismas arteriais e infecções respiratórias também são outras complicações provenientes do habito de fumar.
Além disto, esta droga agrava a situação de problemas nos olhos, como cataratas, produz a perda progressiva da audição, a deterioração dos dentes, estimula a perda de cabelo, descoloração dos dedos, deformação de espermatozoides e a psoriase, por exemplo. A impotência sexual também é muito frequente entre os fumantes, pois o fluxo de sangue para o pênis é reduzido. ( FONTE; hpp://www.saudemedicina.com).



Origem do Voleibol

Publicado  



O voleibol foi criado no ano de 1895 pelo americano William C. Morgan, diretor de educação física da Associação Cristã de Moços (ACM), na cidade de Holyoke, em Massachusets, nos Estados Unidos da America do Norte. O nome original do novo esporte era minonette. nessa época, o esporte em moda era o basquetebol, que tinha sido instituído apenas há três anos por Nasmith e que rapidamente se difundira. era muito enérgico e cansativo para homens de idade.. Por sugestão do Pastor Lawrece rinder, Morgan idealizou um jogo menos fadigante que o basquetebol para os associados mais velhos da ACM e colocou uma rede semelhante a de tênis, a uma altura de 1,83 cm, sobre a qual uma câmara de bola de basquetebol era batida surgindo assim o esporte que seria mais tarde denominado voleibol. 

A primeira bola usada no voleibol ( câmara de bola de basquetebol) era muito pesada, e, por este motivo, Morgan solicitou a firma A.G. Stalding & Brothers a fabricação de uma bola para o referido esporte. A citada firma, após varias experiencias, acabou satisfazendo as exigências feitas por Holpoke e ao ginásio onde Morgan era diretor. Numa conferencia levada a efeito na Universidade de Springfield, entre diretores de educação física dos Estados Unidos, duas equipes de Holyoke fizeram uma demonstração do esporte ha pouco criado. depois desta demonstração, o voleibol espraiou-se por Springfield e outras cidades de Massachusets e Nova Inglaterra. 
Em Springfield, o Dr. A.T. Halsted, depois de observar o novo esporte, sugeriu que seu nome fosse mudado de minonette para voleibol, tendo em vista que a ideia básica do jogo era jogar a bola de um lado para o outro, por sobre a rede, com as mãos.
O primeiro artigo sobre o jogo apareceu publicado no numero de julho de 1896 do Physical Education. Seu autor, J.Y. Cameron, de Búfalo, Nova Yorque, escreveu; "O voleibol é um novo jogo, exatamente apropriado para o ginásio ou quadra coberta, mas que pode, também, ser praticado ao ar livre. Qualquer numero de pessoas pode praticá-lo. O jogo consiste em conservar a bola em movimento sobre uma rede alta, de um lado para o outro, e apresenta, assim, as características dos outros jogos, como o tênis e o handebol".
A primeira quadra de voleibol tinha as seguintes medidas: comprimento - 15,35m: largura - 7,625 m. A rede tinha a altura de 1,98m. A bola era feita de uma câmara de borracha coberta de couro ou lona de cor clara e tinha por circunferência 67,5 cm e o seu peso era de 255 a 34 g.
O voleibol surgiu na America do sul, por intermédio do Peru, no ano de 1910, através de uma missão contratada pelo governo peruano, junto aos Estados Unidos, com a finalidade de organizar a instrução primaria no pais. Os membros desta missão foram os senhores Joseph B. Lochey e Jose A, Macknight. Trabalharam de comum acordo na modificação dos programas de educação física para crianças, que surgiram nessa época e careciam de jogos. Os jogos ensinados foram o basquetebol, o voleibol e o handebol, mas não chegaram a ultrapassar as fronteiras do país. 
No Brasil, dizem uns que ele foi praticado, pela primeira vez, em 1915, no colégio Marista de Pernambuco, e outros que o mesmo foi introduzido por volta de 1916/1917, pela ACM de são Paulo. O primeiro campeonato Sul-Americano de Voleibol, masculino e feminino, patrocinado pela confederação Brasileira de Desportos, entidade que controlava esse esporte, foi realizado no ginásio do Fluminense F. C., no Rio de Janeiro, no período de 12 a 22 de setembro de 1951, sendo campeão o Brasil, no masculino e no feminino. 
A Confederação Brasileira de Voleibol foi criada em 9 de Agosto de 1954 e teve como seu primeiro presidente o Sr. Denis Hatthaway. A Federação Internacional de Volleyball foi fundada em 20 de Abril de 1947, em Paris, França, sendo o primeiro presidente o Sr. Paul Libaud e fundadores os seguintes países; Brasil, Bélgica, Egito, França, Holanda, Hungria, Itália, Polônia, Portugal, Romênia, Checoslováquia, Iugoslava, Estados Unidos e Uruguai. 
Em setembro de 1962, no congresso de Sofia, o voleibol foi admitido como esporte Olímpico e a sua primeira disputa por ocasião das Olimpíadas de Tóquio(Japão), em outubro de 1964, com a presença de dez países no setor masculino. O primeiro campeão olímpico de voleibol masculino foi a equipe da Russia (URSS), vice campeã a Checoslováquia, em 3º lugar o Japão. O Brasil ficou em 7º lugar. O feminino contou com 6 países, com a seleção do Japão tornando-se campeã, vice Rússia, 3º Polônia. O Brasil não participou desta competição. 

Origem do Futsal

Publicado  quinta-feira, 19 de outubro de 2017


A Origem do futsal tem duas versões sobre o seu surgimento, como em outros esportes, há divergências quanto a sua invenção. Há uma versão que diz que o Futebol de Salão começou a ser jogado no Brasil por volta de 1940 por freqüentadores da Associação Cristã de Moços, em São Paulo, pois havia uma grande dificuldade em encontrar campos de futebol livres para poderem jogar e então começaram a jogar suas "peladas" nas quadras de basquete e hóquei. No inicio jogavam-se com cinco, seis ou sete jogadores em cada equipe mas logo definiram o número de cinco jogadores para cada equipe. 

As bolas usadas eram de serragem, crina vegetal ou de cortiça granulada mas apresentavam o problema de saltarem muito e freqüentemente saiam da quadra de jogo. Então tiveram seu tamanho diminuído e seu peso aumentado. Por este fato o Futebol de Salão passou a ser chamado de "O Esporte da Bola Pesada". 

Temos também a versão que nós, gaúchos, amantes deste esporte damos como a mais provável, o Futebol de Salão foi inventado em 1931 na Associação Cristã de Moços de Montevidéu/Uruguai, pelo professor Juan Carlos Ceriani, que chamou este novo esporte de "Indoor-Foot-Ball".

Destaca-se em São Paulo o nome de Habib Maphuz, que muito trabalhou nos primórdios do Futebol de Salão no Brasil. O professor da ACM de São Paulo, Habib Maphuz no inicio dos anos cinqüenta participou da elaboração das normas para a prática de várias modalidades esportivas, sendo uma delas o futebol jogado em quadras, tudo isto no âmbito interno da ACM Paulista. 

Este mesmo salonista fundou a 1ª Liga de Futebol de Salão, a Liga de Futebol de Salão da Associação Cristã de Moços e após foi o 1º presidente da Federação Paulista de Futebol de Salão. Foi colaborador de Luiz Gonzaga de Oliveira Fernandes para a elaboração do 1º Livro de Regras de Futebol de Salão editada no mundo, em 1956. 

Apesar das divergências, o que se conclui é que o Futebol de Salão, nasceu na Associação Cristã de Moços, na década de 30 em Montevidéu ou na década de 40 em São Paulo.

Origem do futsal - Cronologia do Futsal

História do Futsal em 1949 - A ACM do Rio de Janeiro organiza o primeiro torneio aberto de futebol de salão para meninos entre dez e quinze anos.

História do Futsal em 1954 - Em 28 de julho é fundada, no Rio de Janeiro, a primeira entidade oficial, a Federação Metropolitana de Futebol de Salão, na sede do América Futebol Clube.

História do Futsal em 1955 - Em 14 de junho é fundada a Federação Paulista de Futebol de Salão.

Histórico do futsal em 1956 - É realizado o primeiro campeonato da cidade do Rio de Janeiro, com 42 disputantes, cabendo ao time carioca "Imperial" o título de primeiro campeão.

História do Futsal em 1958 - A Confederação Brasileira de Desportos resolve oficializar a prática de futebol de salão, uniformiza suas regras e funda o Conselho Técnico de Futebol de salão tendo as Federações Estaduais como filiadas.

Histórico do futsal em 1959 - Primeiro Campeonato Brasileiro de Seleções. A seleção do Rio de Janeiro fica com o título, Seleção Paulista fica com o vice-campeonato.

História do Futsal em 1971 - É fundada no Rio de Janeiro, a Federação Internacional de Futebol de Salão (FIFUSA), contando com a filiação de 32 países que praticavam o futebol de salão nos moldes brasileiros. O primeiro presidente da é João Havellange.

História do Futsal em 1981 - A CBFS consegue sua sede própria.

História do futsal em 1982 - É realizado o primeiro campeonato Mundial de Seleções de Futsal, com o ginásio do Ibirapuera o Brasil torna-se o primeiro campeão vencendo o Paraguai.

História do Futsal em 1985 - O segundo Campeonato Mundial de Futsal é realizado na Espanha e o Brasil torna-se bi vencendo a própria Espanha.

História do Futsal em 1988 - Na terceira edição do Mundial de Seleções o Paraguai surpreende o Brasil e fica com o título na Austrália.

Histórico do futsal em 1989 - A Holanda é sede do quarto Mundial de Seleções, mais uma vez o Brasil conquista o título diante dos donos da casa.

História do Futsal em 1990 - A FIFA homologa a supervisão do futsal mediante extinção da Fifusa e cria sua comissão de futsal. Posteriormente, algumas Federações desistem de acabar com a Fifusa e elegem o Sr. Antonio Alberca presidente. Surge o termo Futsal.

Histórico do futsal em 1992 - Na quinta edição do Mundial de Seleções, o Brasil conquista seu quarto título diante dos Estados Unidos em Hong Kong. A organização fica por conta da FIFA.

História do Futsal em 1996 - Sexta edição do Mundial de Seleções, o Brasil conquista o Pentacampeonato Mundial diante da Espanha, donos da casa.

História do Futsal em 2000 - Sétima edição do Mundial de Seleções, na Guatemala, o Brasil é surpreendido pela Espanha na Final.

Histórico do futsal em 2002 - É realizado o primeiro Brasileiro de Seleções Feminino em São Paulo, a Seleção Paulista é a campeã de forma invicta.

História do Futsal em 2003 - Por intermédio de Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, o Futsal é incluído nos jogos Pan-Americanos de 2007 no Rio de Janeiro. A Federação Paulista de Futsal lança um projeto em prol do Futsal: "Eu Quero Futsal Olímpico".

Histórico do futsal em 2004 - A FIFA promove, na China, o seu 5º Campeonato Mundial. A Espanha é bicampeã. O Brasil, pela primeira vez, fica de fora de uma final de Copa do Mundo. Boa parte dos jogadores brasileiros que se destacam ou com acesso à dupla cidadania é contrata por equipes de todo o mundo.

Em 2008 o Brasil venceu a Espanha nos penaltis e foi campeão mundial de futsal

Quadra de Jogo

Publicado  terça-feira, 17 de outubro de 2017


Regra I - A quadra de jogo
1.1 A quadra de jogo (ver fig. 1) É um retângulo com 40 metros de comprimento e 20 metros de largura e consiste de duas áreas de gol (ver Regra 1.4 e 6) e uma área de jogo. Os lados maiores são chamados de linhas laterais e os lados menores são chamados de linhas de gol (entre os postes da baliza) ou linhas de fundo (em ambos os lados da baliza).

1.2 A baliza (ver figs. 2a  e 2b) é colocada no centro de cada linha de fundo. As balizas devem estar firmemente fixadas ao solo ou nas paredes atrás delas. Elas medem 2 metros de altura e 3 metros de largura em seu interior.

Os postes das balizas são unidos por uma barra horizontal. As faces posteriores dos postes devem estar alinhadas com o lado posterior da linha de gol. Os postes e a barra transversal devem ter uma secção quadrada de 8 cm. Nas três faces que são visíveis da quadra, elas devem ser pintadas  com faixas de duas cores contrastantes, que por sua vez, contrastem claramente com o fundo. As balizas devem ter uma rede que deveria ser fixada de modo que, a bola arremessada para dentro da baliza, ficasse dentro dela naturalmente.

1.3 Todas as linhas da quadra fazem parte da superfície que elas delimitam. As linhas de gol devem ter 8 cm de largura entre os postes (ver fig. 2a)  enquanto todas as outras linhas devem ter 5 cm de largura.
As linhas entre duas áreas adjacentes podem ser trocadas por uma pintura completa no piso, entre elas, com cores diferentes.

1.4 Em frente a cada baliza, há uma área de gol (ver fig. 5). A área de gol é definida por uma linha de área de gol (linha de 6 metros), que é marcada como segue:
uma linha de 3 metros diretamente em frente da baliza; esta linha é paralela à linha de gol e a 6 metros de distância (medidos desde a face posterior da linha de gol até a face anterior da linha da área de gol); 
por 2 quartos de círculo cada qual com raio de 6 metros (medidos desde o ângulo interno posterior de cada poste da baliza), conectando aquela linha de três metros de comprimento com a linha de fundo (ver figs. 1 e 2a). 

1.5 A linha de tiro livre (linha de 9 metros) é uma linha tracejada a 3 metros de distância da linha da área de gol. Ambos os segmentos da linha e os espaços entre eles medem 15 cm (ver fig. 1).

1.6 A linha de 7 metros é uma linha com 1 metro de comprimento, marcada diretamente em frente de cada baliza. Ela é paralela à linha de gol, a uma distância de 7 metros (medidos desde a face posterior da linha de gol até a face anterior da linha de 7 metros); (ver fig. 1).

1.7 A linha de limitação do goleiro (linha de 4 metros) é uma linha de 15 cm de comprimento marcada diretamente em frente  de cada baliza. Ela é paralela à linha de gol, a uma distância de 4 metros (medidos desde a face posterior da linha de gol até a face anterior da linha de 4 metros); (ver fig. 1).

1.8 A linha central une os pontos centrais das duas linhas laterais

1.9 A zona de substituição (um segmento da linha lateral) se estende a uma distância de 4,5 metros da linha central para cada equipe. Este ponto final da zona de substituição é prolongado por uma linha que é paralela a linha central, se estende 15 cm dentro da quadra e 15 cm fora da quadra (ver fig. 1 e 3). 
Nota: Maiores requisitos de detalhes técnicos para a quadra de jogo e balizas podem ser encontrados no Guia para Quadras de Jogo e Balizas, que começa na página 95.
(Dimensões indicadas em centímetros)




Regras do Handebol

Publicado  segunda-feira, 16 de outubro de 2017




REGRA 1 - A QUADRA

1.1 A quadra é de forma retangular: compreende uma superfície de jogo e duas áreas de gol e mede 40m de comprimento e 20m de largura.
Os grandes lados são chamados linhas laterais; os pequenos, linhas de gol. O estado da quadra não deve ser modificado de forma nenhuma em benefício de só uma equipe.

1.2 O gol ou baliza e colocado no meio da linha de gol. Ele deve ser solidamente fixado ao solo. Mede no interior 2m de altura e 3m de largura.

1.3 A área de gol é delimitada por uma linha reta de 3m, traçada 6m à frente da baliza, paralelamente à linha de gol e continuada em cada extremidade por um quarto de círculo de 6m de raio, tendo por centro o ângulo interno, inferior e posterior de cada poste da baliza. A linha delimitando a superfície é chamada área de gol

1.4 A linha de tiro livre, descontínua, se inscreve sobre uma reta de 3m traçada 9m à frente da baliza, paralelamente à linha da área de gol. Os traços da linha de tiro livre medem 15cm, assim como os intervalos

1.5 A marca de 7m é constituída por uma linha e 1m traçada á frente do meio da baliza, paralelamente à linha de gol, a uma distância de 7m a partir do lado exterior da linha de gol.

1.6 Uma marca de 15cm de comprimento é traçada à frente do meio de cada baliza e paralelamente a esta, a uma distância de 4m a partir do lado exterior da linha de gol. É a linha de limitação do goleiro, antes de a bola sair das mãos do cobrador, quando da execução de um tiro de 7 metros.

1.8 De cada lado e a 4,50m da linha central, uma marca de 15cm delimitando cada uma das zonas de substituição, respectivamente, para as equipes que estiverem ocupando os respectivos bancos de reservas.

REGRA 2 - A DURAÇÃO DO JOGO

2.1 Para equipes masculinha e femininas de mais de 18 anos, a duração do jogo é de 2 X 30 minutos com 10 minutos de intervalo.

2.2 O jogo começa pelo apito do árbitro central autorizando o tiro de saída, e termina pelo sinal do cronometrista. As infrações e condutas anti-desportivas cometidas antes do sinal do cronometrista, devem ser punidas pelos árbitros, mesmo depois de se ter sinalizado o final do jogo.

2.3 Após o intervalo, as equipes trocam de quadra.

2.4 Os árbitros decidem quando o tempo deve ser interrompido e quando ele deve ser retomado.
Eles assinalam ao cronometrista o instante da parada dos cronômetros e os da reposição em jogo.

2.5 Se um tiro livre ou um tiro de 7m é assinalado pouco antes do intervalo ou do final do jogo, o cronometrista deve esperar o resultado imediato do tiro antes de sinalizar o encerramento do jogo mesmo se o jogo estiver terminado.

2.6 Se os árbitros constatam que o jogo foi interrompido antes do tempo regulamentar pelo cronometrista, devem reter os jogadores na quadra e se ocupar do reinício do jogo, para completar o tempo que resta por jogar.

2.7 Se o jogo empatado deve ter a sua continuação até que haja um vencedor, após 5 minutos de intervalo, a escolha da quadra ou do tiro de saída deve ser novamente sorteada.
A prorrogação dura 2 X 5 minutos para todas as equipes (troca de quadra sem intervalo). Se o jogo continuar empatado após esta primeira prorrogação, uma segunda é jogada após 5 minutos de intervalo e um novo sorteio, com duração de2 X 5 minutos (troca de quadra sem intervalo). Se o jogo continuar empatado, proceder-se-á de acordo com o regulamento particular da competição em curso.

REGRA 3 - A BOLA

3.1 A bola é constituída por um invólucro de couro ou de matéria plástica de cor uniforme. É de forma redonda. Bolas brilhantes ou lisas não serão permitidas.

3.2 Para os homens, a bola deve medir no início do jogo de 58 a 60 cm de circunferência e pesar de 425 a 475g. Para as mulheres a bola deve medir no início do jogo de 54 a 56cm de circunferência de pesar de 325 a 400g.

REGRA 4 - OS JOGADORES

4.1 Uma equipe se compõe de 12 jogadores (10 jogadores de quadra e 2 goleiros). Em todos os casos, a equipe é obrigada a jogar com 1 goleiro, 7 jogadores no máximo (6 jogadores de quadra e 1 goleiro) que podem se encontrar na quadra ao mesmo tempo, os quais devem ser inscritos na súmula da partida. Os outros jogadores são reservas.

4.4 Durante o jogo os reservas podem entrar na quadra a qualquer momento e repetidamente, sem avisar o cronometrista, desde que os jogadores substituídos tenham abandonado a quadra. Isto vale igualmente para a substituíção do goleiro.

4.7 O uniforme dos jogadores de quadra de uma equipe deve ser igual, sendo que a cor do uniforme do goleiro deve diferir claramente das duas equipes.

REGRA 5 - O GOLEIRO

5.1 Um goleiro nunca pode substituir um outro jogador, no entanto qualquer outro jogador pode substituir um goleiro. O jogador de quadra deve vestir o uniforme do goleiro antes de substituí-lo pela zona de substituíção.

É permitido ao goleiro : 5.2 Tocar a bola na área de gol numa tentativa de defesa, com todas as partes do corpo. OBS: Exceto chutar a bola, mesmo em tentativa de defesa.

5.3 Deslocar-se na área de gol com a bola na mão, sem restrição.

5.4 Sair da área de gol, numa ação defensiva, e continuar a jogar, poder, e tomar parte do jogo. Neste caso, estará sujeito às regras dos demais jogadores de quadra.

5.5 Sair da área de gol, numa ação defensiva, e continuar a jogar, desde que não tenha a bola dominada.

5.7 Jogar intencionalmente a bola dominada atrás da linha de gol, por fora da baliza (tiro livre).

5.9 Tocar a bola na área de gol, depois de um tiro de meta, se a bola não tiver sido tocada por outro jogador (tiro livre).

5.10 Tocar a bola na área de gol, parada ou rolando no solo, fora da área de gol, desde que ele se encontre dentro de sua área de gol (tiro livre).

5.12 Voltar com a bola da quadra de jogo para dentro de sua própria área de gol (tiro de 7m).

REGRA 6 - A ÁREA DE GOL

6.1 Somente o goleiro tem o direito de permanecer na área de gol. Ela é violada, desde que um jogador de quadra a toque, inclusive em sua linha, com qualquer parte do corpo.

6.2 A violação da área de gol por um jogador de quadra é punida da seguinte forma:
A) Tiro livre, se um jogador de quadra a invade com a bola.
B) Tiro livre, se um jogador de quadra a invade sem a bola e disso leva vantagem.
C) Tiro de 7m, se um jogador da equipde que defende e invade intencionalmente, e desta maneira coloca em desvantagem o jogador atacante que tem a posse da bola.

6.7 O lançamento intencional da bola para sua própria área de gol é punido da seguinte forma: A) Gol, se a bola penetra no gol.
B) Tiro de 7m, se o goleiro toca a bola evitando que esta entre no gol.
C) Tiro livre, se a bola permanecer na área de gol ou ultrapassar a linha de gol por fora da baliza.

REGRA 7 - O MANEJO DA BOLA

É permitido :
7.1 Lançar, bater, empurrar, socar, parar e pegar a bola com a ajuda das mãos, braços, cabeça, tronco e joelhos.

7.2 Segurar a bola no máximo durante 3 segundos, mesmo que ela esteja no solo.

7.3 Fazer no máximo 3 passos com a bola na mão. Um passo é feito:
A) Quando o jogador, tendo os dois pés no solo, levanta um dos pés e torna a pousá-lo (não importa a direção ou distãncia) ou o desloca (deslizar).
B) Quando um jogador, tendo um pé no chão, apanha a bola e em seguida toca o solo com o segundo pé.
C) Quando o jogador em suspensão toca o solo com um pé e salta no mesmo pé ou toca o chão com o segundo pé.
D) Quando o jogador em suspensão toca o solo com os dois pés ao mesmo tempo, levanta em seguida um dos pés e torna a pousá-lo ou deslocá-lo. Nota: Quando um pé é deslocado no chão, o segundo pé pode ser trazido junto ao primeiro.

REGRA 8 - CONDUTA PARA COM O ADVERSÁRIO
É permitido:

8.1 Utilizar os braços e as mãos para apoderar-se da bola.

8.2 Tirar a bola do adversário com a mão aberta, não importa de que lado.

8.3 Barrar com o tronco o caminho do adversário, mesmo que ele não esteja com a posse da bola.
É proibido:

8.4 Barrar o caminho do adversário ou contê-lo com os braços, as mãos ou as pernas.

8.6 Arrancar a bola do adversário com uma ou duas mãos, assim como bater na bola que ele tenha em suas mãos.

8.7 Utilizar o punho para tirar a bola do adversário.

8.8 Lançar a bola de modo perigoso para o adversário ou dirigir a bola contra ele numa finta perigosa.

REGRA 9 - O GOL

9.1 Um gol será marcado, quando a bola ultrapassar totalmente a linha de gol por dentro da baliza e desde que nenhuma falta tenha sido cometida pelo executor e seus companheiros. Quando um defensor comete uma infração anti-regularmente que não impeça que a bola entre na baliza, o gol é considerado marcado, desde que os árbitros tenham a certeza de que a bola ultrapassaria a linha de gol, por entre as balizas.
O gol não será válido se os árbitros ou o cronometrista assinalaram a paralisação do jogo, antes que a bola tenha ultrapassado a linha de gol, por dentro da baliza.

REGRA 10 - O TIRO DE SAÍDA

10.1 No início do jogo, o tiro de saída é executado pela equipe que ganhou o sorteio e que escolheu a saída, ou pela outra equipe, se a que ganhou o sorteio escolheu a quadra.
Após o intervalo, o tiro de saída pertence à equipe que não o fez no início do jogo. Em caso de prorrogação, a escolha da quadra ou da saída é novamente sorteada.

10.4 No momento do tiro de saída, todos os jogadores devem se encontrar na sua própria meia-quadra: os jogadores adversários devem se encontrar pelo menos a 3m do jogador executante do tiro de saída.

REGRA 11 - TIRO DE LATERAL

11.1 O tiro de lateral é ordenado quando a bola ultrapassar completamente uma linha lateral, ou quando a bola tocar por último um jogador da equipe defensora antes que ela deixe a quadra, ultrapassando a linha de gol por fora da baliza. Um tiro de meta deve ser executado no caso em que o caso, na área de gol, tenha tocado por último a bola antes que ela ultrapasse a linha de gol por fora da baliza.

11.4 O jogador que executa o tiro de lateral deve manter um pé sobre a linha lateral, até que a bola tenha deixado a sua mão. Não é permitido colocar a bola no solo e tornar a pegá-la , ou quicar a bola.

REGRA 12 - O TIRO DE META

12.1 Um tiro de meta é ordenado quando a bola ultrapassar a linha de gol, por fora da baliza (ver todavia 5.7, 7,10, 11.1)

12.2 O tiro de meta deve ser executado sem o apito do árbitro, da área de gol por sobre a linha da área de gol (ver todavia 16.3b).

REGRA 13 - O TIRO LIVRE

13.1 Um tiro livre é ordenado nos seguintes casos:
A) Substituição anti-regulamentar.
B) Faltas do goleiro.
C) Faltas dos jogadores de quadra na área de gol
D) Manejo anti-regulamentar da bola.
E) Lançamento intencional da bola por fora da linha lateral ou linha de gol por fora da baliza.
F) Jogo passivo
G) Conduta anti-regulamentar para com o adversário.
H) Tiro de saída anti-regulamentar.
I) Conduta anti-regulamentar num tiro de lateral.
J) Conduta anti-regulamentar num tiro de meta.
K) Conduta anti-regulamentar num tiro livre
L) Paralisação do jogo, sem que tenha havido nenhuma infração às regras.
M) Conduta anti-regulamentar por ocasião de um tiro de 7 metros.
N) Conduta anti-regulamentar num tiro de árbitro.
O) Execução incorreta dos tiros.
P) Conduta antidesportiva grosseira ou repetida. 13.3 Desde que, de posse da bola, o jogador que executa o tiro livre esteja pronto a executá-lo do local exato, não lhe é mais permitido colocar a bola no solo e tornar a pegá-la, ou quicar a bola.

13.4 Durante a execução de um tiro livre, os jogadores da equipe atacante não devem tocar ou ultrapassar a linha de tiro livre.

13.5 Durante a execução de um tiro livre, os jogadores adversários devem estar a pelo menos 3m do executor. Durante a sua execução na linha de tiro livre, os jogadores da equipe defensora podem se colocar na linha da área de gol.

13.7 Se o jogo foi paralisado sem que tenha havido ações anti-regulamentares e a bola estava em poder de uma determinada equipe, o jogo é reiniciado por um tiro livre ou correspondente, executado após o apito do árbitro, do local onde se encontrava a bola no momento de paralisação e pela equipe que estava com a posse da bola.

REGRA 14 - O TIRO DE 7 METROS

14.1 Um tiro de 7 metros é ordenado nos seguintes casos:
A) Quando a infração, em qualquer parte da quadra de jogo, frustra uma clara ocasião de gol, inclusive se a comete um oficial.
B) O goleiro joga, para a sua área de gol, a bola que se encontra no solo fora da área de gol, ou retorna, com a bola controlada, da quadra para a área de gol.
C) Violaçào da própria área de gol, numa tentativa de defesa, colocando em desvantagem o jogador atacante que está com a posse da bola.
D) Lançar a bola intencionalmente para o próprio goleiro na sua área de gol.

14.2 O tiro de 7m é um lançamento direto ao gol e deve ser executado dentro dos 3 segundos após o apito do árbitro.

REGRA 15 - O TIRO DE ÁRBITRO

15.1 Um tiro de árbitro é ordenado nos seguintes casos:
A) Quando os jogadores das duas equipes cometem ações anti-regulamentares ao mesmo tempo, na quadra.

B) Quando a bola toca o teto ou objeto fixado sobre a quadra (11.2, 12.3, 13.2, 18.7c)
C) Quando o jogo é interrompido sem que tenha havido qualquer infração, e a bola não esteja em poder de nenhuma equipe.
15.2 Sem apitar o árbitro central lança a bola verticalmente para cima no local onde ela se encontrava no momento da interrupção do jogo.
Se este local está situado entre as linhas de área de gol e de tiro livre, o tiro de árbitro é executado do local mais próximo fora da linha de tiro livre.

15.3 Na execução de um tiro de árbitro, todos os jogadores, salvo um de cada equipe, devem estar pelo menos 3m do árbitro (13.1o). Os dois jogadores devem estar um de cada lado do árbitro, cada um do lado de seu próprio gol. A bola somente poderá ser jogada quando atingir o seu ponto mais alto.
Obs: Os jogadores poderão tocar, ou dominar a bola para si mesmo.

REGRA 16 - A EXECUÇÃO DOS TIROS

16.1 Antes da execução de qualquer tiro, a bola deve estar na mão do executor, e todos os jogadores devem tomar posição, de acordo com as regras do tiroem questão. * Ver todavia 16.7.

16.4 Os tiros são considerados executados, assim que a bola tenha deixado a mão do executor. * Ver todavia 12.2 e 15.3.
Durante a execução de todos os tiros, a bola deve ser lançada e não deve ser entregue, nem tocada por um companheiro de equipe.

16.7 Durante a execução de um tiro de lateral, ou de tiro livre, os árbitros não devem corrigir uma posição irregular dos adversários, se, com uma execução imediata, esta incorreção não causa nenhum prejuízo à equipe atacante. Quando esta incorreção causar prejuízo, a posição irregular deve ser corrigida.
Se os árbitros apitam ordenando a execução de um tiro, apesar da posição irregular de um adversário , este tem o direito de intervir normalmente no jogo e não pode ser punido por sua ação.

REGRA 17 - AS SANÇÕES

17.1 Uma advertência pode ser dada:
A) No caso de conduta anti-regulamentar para com o adversário (5.6, 8.4-11).
Uma advertência será dada:
B) Faltas pertinentes à conduta anti-regulamentar para com o adversário são punidas progressivamente (8.13).
C) Faltas quando o adversário está executando um tiro (16.7)
D) Conduta antidesportiva de parte do jogador ou oficial (17.11, 17.12a,c)

17.3 Uma exclusão deve ser dada nos seguintes casos:
A) Substituição irregular ou entrada na quadra de jogo anti-regulamentar.
B) Por repetidas infrações no comportamento para com o adversário, sancionado progressivamente.
C) Conduta antidesportiva repetida por parte de um jogador na quadra de jogo.
D) O jogador que não liberar imediatamente a bola quando os árbitros tomam uma decisão contra sua equipe.
E) Irregularidades repetidas quando da execução dos tiros pela equipe adversária.
Em casos excepcionais, uma exclusão pode ser dada sem advertência prévia.

17.5 Uma desqualificação será dada nos seguintes casos:
A) Entrada, na quadra de jogo, de um jogador não inscrito na súmula de jogo.
B) Irregularidades graves na conduta para com o adversário.
C) Conduta antidesportiva repetida por um oficial ou um jogador fora de quadra (17.11 e 17.12d)
D) Conduta antidesportiva grave, igualmente por parte de um oficial (17.11, 17.12b,d)
E) Depois de uma terceira exclusão de um mesmo jogador
F) Agressão fora da quadra de jogo por um jogador ou um oficial.
A desqualificação de um jogador na quadra sempre vai acompanhada de uma exclusão, ou seja, a equipe fica com menos 1 jogador por 2 minutosm podendo a equipe ser completada após esse perídodo.

17.7 Uma expulsão será dada, em caso de agressão dentro da quadra (8.15, 8.17p e 17.11) Uma expulsão considera-se uma intervenção física irregular, particularmente forte (8.15), cometida contra o corpo de um jogador, árbitro, secretário/cronometrista, oficial ou espectador.

17.11 Em caso de conduta anti-desportiva, os árbitros devem dar umaadvertência ao jogador (17.1d), encontrando-se ele dentro ou fora da quadra.
Em caso de reincidência, o jogador é excluído (17.3e) se ele se encontra na quadra. Ele é desqualificado (17.5) se encontrar-se fora dela.
O comportamento anti-desportivo de um oficial deve ser punido com advertência (17.1d) e, em caso de reincidência, com uma desqualificação. Igualmente, no segundo caso, não poderá permanecer na zona de substituições,
Por ocasião de uma conduta irregular (atitude anti-desportiva ou agressão), ocorrida durante uma interrupção de jogo ou "time-out" (paralisação do tempo de jogo), o jogo será retomado pelo tiro ordenado quando da interrupção

17.12 A conduta antidesportiva ou agressào dentro da quadra de jogo deve punir-se como se segue:
Antes do jogo:
A) No caso de conduta antidesportiva, por uma advertência (17.1d)
B) Conduta antidesportiva ou agressão, por desqualificação (17,5d,f).
Durante o intervalo:
C) No caso de conduta antidesportiva, com uma advertência (17,1d)
D) No caso de conduta antidesportiva grave ou repetida, ou agressão, por desqualificação (17,5c,d,f).
Após o jogo:
E) Relatório escrito.

REGRA 18 - OS ÁRBITROS

18.1 Cada jogo é dirigido por dois árbitros, tendo ambos os mesmos direitos. São assistidos por um secretário e um cronometrista

18.7 Em princípio, compete ao árbitro central apitar:
A) A execução do tiro de saída.
B) A execução do tiro de 7 metros.
C) A execução de todos os tiros e após a paralisação do tempo de jogo (18.11)
O árbitro de gol usará o seu apito:
D) Quando um gol tiver sido marcado (9.1).

18.11 Ambos os árbitros são encarregados e responsáveis pelo controle do tempo de jogo. Em caso de dúvida sobre a exatidão da cronometragem, a decisão caberá ao árbitro designado em primeiro lugar na convocação oficial.

REGRA 19 - O SECRETÁRIO E O CRONOMETRISTA

19.1 O secretário controla a relação dos jogadores (somente os jogadores inscritos estão qualificados) e, com o cronometrista, a entrada dos jogadores que completam sua equipe ou os jogadores excluídos.
Ele preenche a súmula, indicando os dados necessários (gols, advertências, exclusões, desqualificações e expulsões).
O cronometrista controla:

A) O tempo de jogo; os árbitros decidem quando o cronômetro deve ser parado e quando novamente será acionado.
B) O número de jogadores e oficiais no banco de reservas.
C) Com o secretário, a entrada dos jogadores que completam as equipes.
D) A entrada e saída dos substitutos
E) A entrada dos jogadores não admitidos
F) O tempo de exclusão dos jogadores.
O cronometrista indica o final do 1º tempo e o final do jogo, com um sinal claramente audível (ver, todavia, 2.2 e 2.5).